quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Sonhos de Uma Noite de Verão

Tenho tido sonhos esquisitíssimos ultimamente...

Sabe quando não se sonha nada com nada e você acorda com aquela sensação que sonhou muito, mas tem que forçar a memória pra lembrar o que foi exatamente? Na maioria das vezes isso acontece comigo e só no decorrer do dia eu vou lembrando aos poucos com o que sonhei, embora logo depois de lembrar eu esqueça completamente de novo... é sempre assim!

Essa semana, na noite de segunda pra terça, sonhei que estava no espaço. QUE COISA LOUCA, EU... NO ESPAÇO!!! E aquilo era tão banal... era como se eu estivesse em Salvador ou em São Paulo. E não me pergunte o que eu fui fazer lá, só sei que não usava nenhum tipo de roupa especial, via planetas em órbita, pessoas (desconhecidas) a minha volta, e estava muito, MUITO feliz...

Passei o dia tentando me lembrar dessa minha aventura estelar e rindo sozinha, intrigada em porque diabos eu tinha sonhado que a vida no espaço era tão prosaica, e o pior: eu estava lá! Com um pouco de esforço consegui fazer uma ilação entre meu sonho e o que havia me levado a sonhá-lo, sim, porque eu sou da teoria que NUNCA se sonha “de graça”... ou seu sonho reflete um momento da sua vida, uma preocupação, um desejo... ou então ele está ligado a fatos que aconteceram no seu dia-a-dia.

Bom, mistério solucionado. Não havia nada de “fantástico” com o meu sono em meio as estrelas... apenas na noite anterior eu havia assistido O Aprendiz, com Roberto Justos, e uma das perguntas foi sobre o empresário Richard Branson, dono do Virgin Group. Ele comentou que Branson já construiu uma espécie de nave espacial com a qual pretende promover viagens comerciais ao espaço, basta que qualquer cidadão comum desembolse alguns milhões de dólares pra isso...

Eu fico me perguntando por que uma coisa tão boba diante de tantos acontecimentos do meu dia poderia ter sido justamente o tema dos meus sonhos... aparentemente aquela foi só mais uma informação de muitas outras recebidas em mais um dia comum... então porque meu cérebro selecionou justamente ela pra embalar meu sono?

Essa coisa toda se repetiu comigo e se repetirá muitas e muitas vezes. Continuo sem saber qual o critério que define a história que vai ser contatada nas nossas madrugadas, tampouco aquele que determina se você terá um sonho bom ou um sonho ruim. Mas tenho uma técnica que às vezes dá certo: dormir pensando exaustivamente em alguém ou em alguma coisa já me rendeu boas histórias pra puxar da memória ao levantar da cama. Não custa nada tentar quando se tem um pouquinho de tempo antes de pregar o olho em cima do colchão... ;)

2 comentários:

Personagem Principal disse...

Concordo com vc: sonho nunca é de graça. E fantasio horrores antes de dormir... durmo que é uma beleza! Rs... Beijocas.

Luli Facciolla disse...

Dizem que o sonho serve pra "jogar fora" aquilo que o cérebro não quer mais "pensar"...

Faz sentido... rsrsrsrsrs

Beijos