quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Good Luck

Eu poderia continuar desferindo minhas opiniões PESSOAIS (viu, Sr. Anônimo?) sobre o estudante de jornalismo e pseudo crítico musical do constrangedor Jornal Cinform, Igor Matheus, mas essa semana, além dessa chateação logo na segunda-feira, outras coisas importantes aconteceram e eu não queria deixar de escrever sobre elas aqui no meu blog.


Em fevereiro eu escrevi aqui pro Tolices, e a indagação principal daquele post era: “Por que será que pra muitos de nós seja tão complicado atingir a estabilidade sentimental?”.

No mesmo post eu afirmei que “No final tudo que a gente quer é encontrar alguém que ainda não tenha entrado na história... alguém que não amarre nem nos amarre frustração. Se ela acontecer, paciência... a gente “dança” mais uma vez.

Pensando nas coisas que aconteceram essa semana, e no turbilhão emocional que minha vida se transformou nos últimos dias, lembrei desse velho post e notei que quando o escrevi há 7 meses atrás cometi uma falha grave. Esqueceu-se essa tagarela narradora de se colocar no lugar do outro. Ah! E isso faz toda diferença...

Eu fui mesquinha, fui egoísta, e como bem afirmou uma amiga próxima, fui canceriana! Eu explico: os cancerianos são tranqüilos, românticos... mas quando querem alguma coisa, ninguém é poupado!

Entretanto, meus caros, não é NADA legal sair passando por cima dos outros como um trator. Se um dia o ‘pisoteado’ foi você, não se engane: não há triunfo nenhum em ‘pisotear’ o próximo. Não caia nessa armadilha... não se nivele por baixo.

Vivendo freneticamente eu talvez não venha assimilando bem todas as boas oportunidades que têm surgido na minha vida, nem tenha aprendido com as forçosas lições do dia-a-dia. Tiveram que me ‘adoçar’ pra que eu parasse e olhasse TUDO que está acontecendo ao meu redor.

Me questionei.

Conclusão?

Vaidade! Vaidade pura!

Me escondi atrás da física – para cada ação, uma reação – pra justificar minha vaidade, senhores... Sim, estava lá escancarado no meu orkut.

Me arrependo de algumas coisas e não tenho vergonha nenhuma de assumir, até porquê, pra mim, esse papo de “só me arrependo do que não faço” é frase típica dos indolentes, quando não, dos hipócritas. E se arrepender é ótimo! Ué, pelo menos você passa a ter consciência de que não fez a coisa certa. É ou não é?

Embora tantas coisas estejam acontecendo ao mesmo tempo e eu esteja muito confusa, me lembrei da primeira frase do filme “Orféu”, que uma pesquisa rápida no Google ‘me contou’ ser de Vinícius de Moraes. Toni Garrido sentencia: “São demais os perigos dessa vida para quem tem amor”. E são mesmo!

Todos nós estamos sujeitos a sucessos e fracassos. É preciso saber segurar a onda. Inteligência emocional é uma coisa que se busca com os relacionamentos, e é preciso vivê-los para adquiri-la. Então não me sinto responsável pelo fracasso dos outros, bastam os meus. Minha bagunça eu mesma faço e eu mesma arrumo, de preferência bem rapidinho.

Tudo que posso dizer agora é que tô tocando minha vida e confesso: tô muito focada no meu umbigo. Eu avisei... (http://tolicessa.blogspot.com/2008/01/receita-de-ano-novo-do-poeta.html).

Independente dos meus questionamentos e de tudo que os desencadeou, o post de hoje pede Ben Harper:

“Now even if you hold yourself
I want you to get cured
From this person
Who advises you

There is a disconnection
See through this point of view
There are so many special people in the world
So many special people in the world, in the world...”

8 comentários:

Personagem Principal disse...

O que eu comentaria aqui acabou virando um post lá no Embrulho, rs. Beijocas.

Amanda disse...

Pauliiiiiiiiiiiinha.... adorei!
É complicado mesmo, porque nós vamos errando e aprendendo, mas sempre há novos erros a cometer.

:)

Who am I? disse...

Como te falei ontem... tente.. pelo menos vc vai saber se realmente valeu a pena.. mas não esqueça.. as oportunidades são únicas.. aproveite-as enquanto vc as tem!!! e vc AINDA tem!!!

Anônimo disse...

Oi
Não esperava que o meu comentário tivesse tanta repercussão. Quando escrevi realmente esperava uma resposta, ofereci a face, mas a resposta que me veio não foi a que eu esperava. Gostaria que as minhas idéias tivessem sido questionadas, negadas, afirmada, mas não ignoradas. O embate de idéias não aconteceu, apenas fui atacado pelo fato de escrever com um pseudônimo. Sim, o anônimo é um pseudônimo. Uma dádiva da internet, que nos permite ser o que quisermos ou nos esconder na sombra. Que apenas as idéias trafeguem pela rede. Sem aparência, sem status e até mesmo sem sexo. Apenas idéias. Uma dádiva que já foi usado por tantos grandes. Nelson Rodrigues já foi até mulher. Porque eu, um simples comentarista, tive que ser negado disso.
Então já que o blog é SEU e serve apenas para que você exponha os SEUS pensamentos, vou me despedido. Mas me despeço com a tristeza de que no único momento onde alguém questionou a senhorita, a fúria de um déspota foi despertada.

Abraços

PS: Adorei o apócrifo.

Paula disse...

É... eu sou amante das ditaduras, uma tirana incorrigível e furiosa!!!

Se vc adorou o apócrifo eu detestei. Pra mim essa coisa de "pseudônimo" não é nenhuma dádiva da internet... é coisa de gente desenxabida!

Quando quiser comentar, mostre a cara. Aí, quem sabe, vc ganhe meu respeito.

Fui...

Nany disse...

Menina, só me ausentar um pouco aqui que rolam altas coisas né???
heuaheuaheuahe..
:p
Posso mais fazer isso nãoooo!! ;)

Semana que vem te vejo né Paulete?
Xeruuuu!!!

Kaká Barbosa disse...

ouxeeeeeeeee

esse doido bebeu gás foi? kkkkkk

ai ai viu....

Paula Dantas disse...

Qual deles? kkkkkkkkkkkk